Em termos de campeonato, não foi ruim. Mas a torcida saiu um pouco decepcionada. Queria a vitória e a festa.
Mas ela virá, é questão de tempo. O Figueirense só adiou a festa do acesso. Aliás, ao que tudo indica Coritiba, Bahia (grande notícia!) e Figueira já estão lá, e a última vaga ficará entre América-MG e Sport. Sinceramente, torço pelo segundo, para que subam apenas times de tradição e de grande torcida.
Em outro jogo desse sábado, o Criciúma fez praticamente um jogo de festa contra o Ituiutaba, no Heriberto Hülse, ambos já garantidos na série C de 2011. Só que, bola rolando, o Tigre perdeu um caminhão de gols. E acabou punido ao levar o empate dos mineiros no finzinho. O 1 a 1 repete a estratégia do encardido Ituiutaba na fase anterior, quando eliminou a Chapecoense. Mas também daquela mesma fase vem a lição que o Tigre precisa agora: em casa, os mineiros não tem lá muita torcida e dá perfeitamente pra ganhar lá (mesmo que ninguém tenha feito isso até agora na Série C). A Chapecoense perdeu a chance, mas se o Criciúma quer mesmo o título para fechar o ano da melhor forma possível, é só fazer um pouquinho mais de força.
PS: Nada a ver com os jogos do Figueira e nem do Tigre, mas tenho que comentar. Lamentável a arbitragem do catarinense Paulo Henrique de Godoy Bezerra no jogaço entre Inter e Santos, no Beira-Rio, pelo Brasileirão. Antes do jogo, o Renato Marsiglia, comentarista, mostrou receio com a escalação do trio (Carlos Berkenbrock e Marco Martins completavam). E não deu outra. Festival de lambanças e o Santos garfado de maneira vergonhosa (um gol mal anulado e um pênalti escandaloso no Neymar). A arbitragem catarinense precisa de reformulação urgente. No Estadual já é uma lambança atrás da outra. Aí, quando vai um ao Brasileiro, nos faz passar vergonha. A geladeira vai ser longa pro Bezerra e sua turma. Merecidamente.





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